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quinta-feira, 20 de maio de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
AulaLegal Vestibular
Aulas para quem está prestando vestibular ou participando do ENEM, correção passo a passo de provas do ENEM. O cadastro é grátis!
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segunda-feira, 3 de maio de 2010
Aulas Interativas
Incrível site do Professor Paulo Vicente com aulas interativas de Física, questões resolvidas e etc.
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domingo, 2 de maio de 2010
Literatura
Clique no link para ouvir e/ou baixar:
01-Vanerão do Barroco.mp3
02-A Timbalada do Arcadismo.mp3
03-O Romantismo Country.mp3
04-O Baião do Realismo.mp3
05-O Samba enredo do Naturalismo.mp3
06-O Parnasianismo Sertanejo.mp3
07-O Rap do Simbolismo.mp3
08-O Pagode do Pré Modernismo.mp3
09-O Melô do Modernismo.mp3
10-Conjugação Verbal.mp3
11-Concordância Verbal.mp3
12-Uso Proibido da Crase.mp3
13-Estudando as Coordenadas.mp3
14-Merengue Ortografico.mp3
15-Complementos Integrantes.mp3
16-Sujeito e Predicado.mp3
=>Algumas letras:
01-Vanerão do Barroco
Fui convidado para a aula de literatura,
Não pude ir Maria foi no meu lugar.
depois da aula ela voltou para casa,
Sabendo de tudo e querendo me explicar
Quando vi aquilo eu fiquei assustado
Sobre o barroco não parava de falar
Aí então fiquei muito animado
E o boca do inferno comecei a estudar
Refrão:
O todo pela parte, a parte pelo todo,
Preste atenção estou falando do barroco,
O todo pela parte, a parte pelo todo,
Preste atenção e vejam todos:
Estou falando do Barroco
Tem o conflito entre o profano e o divino
Preocupação com a morte e o perdão
fala sobre o cultismo e conseptismo
Amor sátiro e também religião
Mas esse assunto é uma escola literária
Que eu tenho que pegá-lo para estudar
Senão amanhã vou ser reprovado
E para o cursinho vou ter que voltar
Refrão:
O todo pela parte, a parte pelo todo,
Preste atenção estou falando do barroco,
O todo pela parte, a parte pelo todo,
Preste atenção e vejam todos:
Estou falando do Barroco
Conseptismo jogo de idéias
Do cultismo jogo de palavras
Usando figura de linguagem
E uma linguagem rebuscada
Óh Gregório veja só como estou
Tu não imagina como estou sofrendo
Com o pinaflor você me homenageou
Com o desequilíbrio agora estou vivendo
Óh freirinha vê se larga de frescura
E vai estudar junto da minha irmã
Porquê ela é aluna do Fábio
Está sabendo de tudo e o vestiba é amanhã
Refrão:
O todo pela parte, a parte pelo todo,
Preste atenção estou falando do barroco,
O todo pela parte, a parte pelo todo,
Preste atenção e vejam todos:
Estou falando do Barroco
02-A Timbalada do Arcadismo
Eh, Minas Gerais, o Arcadismo é simples demais
Uai, uai, uai, o Arcadismo deixa o exagero pra trás
Escute o que eu vou falar
Pra você não ficar na mão
A fonte de sabedoria do Arcadismo é a razão
Volta à natureza
Com o bucolismo e o pastoralismo
Imitando os clássicos
E também seus princípios latinos
Carpe diem
Eh, Minas Gerais, o Arcadismo é simples demais
Uai, uai, uai, o Arcadismo deixa o exagero pra trás
Seu início com Obras Poéticas
Não esqueça disso não
De Cláudio Manuel da Costa
Poeta de transição
Cláudio era Glauceste
Tomás Antônio, Dirceu
Escreveu pra pastora Marília
Participou da Inconfidência e morreu
Eh, Minas Gerais, o Arcadismo é simples demais
Uai, uai, uai, o Arcadismo deixa o exagero pra trás
03-O Romantismo Country
Alô, cowboy, alô princesa...
O Romantismo é pura emoção
Poética do mundo com os olhos do coração
É também uma escola individual
Adotando formas livres e um estilo musical
A 1ª, a 1ª geração
Nacionalismo, índio e religião
Mas não é só isso que importa
O conteúdo vale mais do que a forma
Iniciou com Suspiros Poéticos e Saudades
De Gonçalves de Magalhães
Com Gonçalves Dias, Juca Pirama, Os Timbiras e Marabá
E Canção do Exílio, onde canta o sabiá
Álvares de Azevedo, a 2ª geração,
É o mal-do-século e a morte é a solução
Na mulher idealizada, o homem não bota a mão
Somente em sonho ou depois do caixão.
O Romantismo é pura emoção
Poética do mundo com os olhos do coração
É também uma escola individual
Adotando formas livres e um estilo musical
Com influência de Lord Byron
Um autor que já morreu
Tem também o poeta da saudade
Que é Casimiro de Abreu
A 3ª é condoreira, pra acabar
Com navio Negreiro, a tragédia no mar
O poeta Castro Alves, com poesia social,
Lirismo amoroso, platônico e sensual
O Romantismo é pura emoção
Poética do mundo com os olhos do coração
É também uma escola individual
Adotando formas livres e um estilo musical
11-Concordância Verbal
REFRÃO
Você vai ver, vai achar legal
Vai aprender a concordância verbal (BIS)
O verbo concorda com o núcleo do sujeito
Os passarinhos destruíram a horta.
Mais de, menos de, perto de...
Mais numeral verbo no singular
Verbo no plural
Mais de um animal escapou
(Volta REFRÃO)
Com sujeito composto
Antes do verbo, verbo no plural...
Depois do verbo, verbo no plural
Ou concordando com o núcleo mais próximo
Com pessoas gramaticais diferentes
Se for 1ª, 1ª no plural
Sem a 1ª pessoa não faz mal
O verbo vai para a 2ª ou 3ª no plural
(Volta REFRÃO)
Preste bem atenção não passe mal
A concordância de verbo impessoal
Haver no sentido de existir
Como acontecer é verbo impessoal
Fica no singular tanto sozinho
Quanto em locução verbal
Fazer indicando o tempo transcorrido
Como transcorrer também é verbo impessoal
A regra a seguir é a mesma
Fica no singular tanto sozinho
Quanto em locução verbal
Ontem fez dois meses que ele morreu.
É o exemplo que eu te dou tá legal
13-Estudando as Coordenadas
E o professor mandou, mandou... Estudar as coordenadas REFRÃO (BIS)
E o professor mandou, mandar... As coordenadas estudar!
Quando a conjunção tiver , de SINdética eu vou chamar
Mas também se não tiver, Assindética será!
Ah, meu bem como é gostoso... As coordenadas estudar!
REFRÃO (“E o professor mandou, mandou”...) (BIS)
Já estudei as aditivas: mas também, e, mas ainda
Há também as conclusivas: logo, por isso e portanto
E as “adver-sa-ti-vas”: mas, porém, contudo, todavia, no entanto
REFRÃO (“E o professor mandou, mandou”...) (BIS)
Já estudei de todo jeito, Explicativa é pois, porque
Alternativa tem ou...ou, ora... seja... E quer...quer
Ah!, meu bem, como é gostoso!
Só não aprende quem não quer!
REFRÃO (“E o professor mandou, mandou”...) (BIS)
15-Complementos Integrantes
Objeto indireto e direto
Complementos verbais todos eles vão ser
O primeiro tem “comade”
E o segundo não tem não
Ambos sendo pleonásticos:
Pausa com repetição;
Direto preposicionado
É VTD, mas com preposição
O complemento
Quando é nominal
Completa nomes em geral
Nomes como um Advérbio,
Um Substantivo
Ou se o nome for um Adjetivo.
16-Sujeito e Predicado
Aprendi aqui com Marcelão sobre o tal “sujeitinho”
Que, quando é simples, tem um só nucleozinho
E quando é composto tem dois ou mais!
(CORINHO - “Dois ou mais núcleos”...)
E ainda aquele sujeito indeterminado
Quando o “se” é índice, não “apassivado”
Ou também quando o verbo é “terceira do plural”
(CORINHO - “Sem referência”...)
E todo ele que é inexistente, tem verbo impessoal
“FA-S-E” como tempo, hora ou data real
Haver como “O F-E-R-A”, etc e tal
(CORINHO - “Sempre no singular”...)
E, por mais que a gente estudasse, eu tinha certeza (de que)
Quando o verbo é fenômeno da natureza
Oração sem sujeito também vai indicar!
(CORINHO - “Tchárárárárá...!”)
2a. PARTE
Agora que falei do sujeito, vamos ao predicado!
Que logo assim vai ser classificado:
Em Nominal, em Verbal e em Verbo-nominal
(CORINHO - “Tchá, tchá tchára”...)
No primeiro, o verbo é de ligação, não significativo!
O predicado verbal vem sem predicativo
E o terceiro vai tê-lo, mas com “verbo normal”...
(CORINHO - “Tchá, tchá tchára”...)
E agora, voltando ao sujeito, olha só que legal
O sujeito oculto é desinencial, elíptico ou implícito,
Com a pessoa verbal
(CORINHO - “Expressa na desinência”...)
E, com esses Termos Essenciais, temos toda a certeza (de que)
Guardando “tudinho” na nossa cabeça
Neste concurso vamos todos d-e-t-o-n-a-r!
(CORINHO - “Tchárárárárá...!”)
Fontes:
01-Vanerão do Barroco.mp3
02-A Timbalada do Arcadismo.mp3
03-O Romantismo Country.mp3
04-O Baião do Realismo.mp3
05-O Samba enredo do Naturalismo.mp3
06-O Parnasianismo Sertanejo.mp3
07-O Rap do Simbolismo.mp3
08-O Pagode do Pré Modernismo.mp3
09-O Melô do Modernismo.mp3
10-Conjugação Verbal.mp3
11-Concordância Verbal.mp3
12-Uso Proibido da Crase.mp3
13-Estudando as Coordenadas.mp3
14-Merengue Ortografico.mp3
15-Complementos Integrantes.mp3
16-Sujeito e Predicado.mp3
=>Algumas letras:
01-Vanerão do Barroco
Fui convidado para a aula de literatura,
Não pude ir Maria foi no meu lugar.
depois da aula ela voltou para casa,
Sabendo de tudo e querendo me explicar
Quando vi aquilo eu fiquei assustado
Sobre o barroco não parava de falar
Aí então fiquei muito animado
E o boca do inferno comecei a estudar
Refrão:
O todo pela parte, a parte pelo todo,
Preste atenção estou falando do barroco,
O todo pela parte, a parte pelo todo,
Preste atenção e vejam todos:
Estou falando do Barroco
Tem o conflito entre o profano e o divino
Preocupação com a morte e o perdão
fala sobre o cultismo e conseptismo
Amor sátiro e também religião
Mas esse assunto é uma escola literária
Que eu tenho que pegá-lo para estudar
Senão amanhã vou ser reprovado
E para o cursinho vou ter que voltar
Refrão:
O todo pela parte, a parte pelo todo,
Preste atenção estou falando do barroco,
O todo pela parte, a parte pelo todo,
Preste atenção e vejam todos:
Estou falando do Barroco
Conseptismo jogo de idéias
Do cultismo jogo de palavras
Usando figura de linguagem
E uma linguagem rebuscada
Óh Gregório veja só como estou
Tu não imagina como estou sofrendo
Com o pinaflor você me homenageou
Com o desequilíbrio agora estou vivendo
Óh freirinha vê se larga de frescura
E vai estudar junto da minha irmã
Porquê ela é aluna do Fábio
Está sabendo de tudo e o vestiba é amanhã
Refrão:
O todo pela parte, a parte pelo todo,
Preste atenção estou falando do barroco,
O todo pela parte, a parte pelo todo,
Preste atenção e vejam todos:
Estou falando do Barroco
02-A Timbalada do Arcadismo
Eh, Minas Gerais, o Arcadismo é simples demais
Uai, uai, uai, o Arcadismo deixa o exagero pra trás
Escute o que eu vou falar
Pra você não ficar na mão
A fonte de sabedoria do Arcadismo é a razão
Volta à natureza
Com o bucolismo e o pastoralismo
Imitando os clássicos
E também seus princípios latinos
Carpe diem
Eh, Minas Gerais, o Arcadismo é simples demais
Uai, uai, uai, o Arcadismo deixa o exagero pra trás
Seu início com Obras Poéticas
Não esqueça disso não
De Cláudio Manuel da Costa
Poeta de transição
Cláudio era Glauceste
Tomás Antônio, Dirceu
Escreveu pra pastora Marília
Participou da Inconfidência e morreu
Eh, Minas Gerais, o Arcadismo é simples demais
Uai, uai, uai, o Arcadismo deixa o exagero pra trás
03-O Romantismo Country
Alô, cowboy, alô princesa...
O Romantismo é pura emoção
Poética do mundo com os olhos do coração
É também uma escola individual
Adotando formas livres e um estilo musical
A 1ª, a 1ª geração
Nacionalismo, índio e religião
Mas não é só isso que importa
O conteúdo vale mais do que a forma
Iniciou com Suspiros Poéticos e Saudades
De Gonçalves de Magalhães
Com Gonçalves Dias, Juca Pirama, Os Timbiras e Marabá
E Canção do Exílio, onde canta o sabiá
Álvares de Azevedo, a 2ª geração,
É o mal-do-século e a morte é a solução
Na mulher idealizada, o homem não bota a mão
Somente em sonho ou depois do caixão.
O Romantismo é pura emoção
Poética do mundo com os olhos do coração
É também uma escola individual
Adotando formas livres e um estilo musical
Com influência de Lord Byron
Um autor que já morreu
Tem também o poeta da saudade
Que é Casimiro de Abreu
A 3ª é condoreira, pra acabar
Com navio Negreiro, a tragédia no mar
O poeta Castro Alves, com poesia social,
Lirismo amoroso, platônico e sensual
O Romantismo é pura emoção
Poética do mundo com os olhos do coração
É também uma escola individual
Adotando formas livres e um estilo musical
11-Concordância Verbal
REFRÃO
Você vai ver, vai achar legal
Vai aprender a concordância verbal (BIS)
O verbo concorda com o núcleo do sujeito
Os passarinhos destruíram a horta.
Mais de, menos de, perto de...
Mais numeral verbo no singular
Verbo no plural
Mais de um animal escapou
(Volta REFRÃO)
Com sujeito composto
Antes do verbo, verbo no plural...
Depois do verbo, verbo no plural
Ou concordando com o núcleo mais próximo
Com pessoas gramaticais diferentes
Se for 1ª, 1ª no plural
Sem a 1ª pessoa não faz mal
O verbo vai para a 2ª ou 3ª no plural
(Volta REFRÃO)
Preste bem atenção não passe mal
A concordância de verbo impessoal
Haver no sentido de existir
Como acontecer é verbo impessoal
Fica no singular tanto sozinho
Quanto em locução verbal
Fazer indicando o tempo transcorrido
Como transcorrer também é verbo impessoal
A regra a seguir é a mesma
Fica no singular tanto sozinho
Quanto em locução verbal
Ontem fez dois meses que ele morreu.
É o exemplo que eu te dou tá legal
13-Estudando as Coordenadas
E o professor mandou, mandou... Estudar as coordenadas REFRÃO (BIS)
E o professor mandou, mandar... As coordenadas estudar!
Quando a conjunção tiver , de SINdética eu vou chamar
Mas também se não tiver, Assindética será!
Ah, meu bem como é gostoso... As coordenadas estudar!
REFRÃO (“E o professor mandou, mandou”...) (BIS)
Já estudei as aditivas: mas também, e, mas ainda
Há também as conclusivas: logo, por isso e portanto
E as “adver-sa-ti-vas”: mas, porém, contudo, todavia, no entanto
REFRÃO (“E o professor mandou, mandou”...) (BIS)
Já estudei de todo jeito, Explicativa é pois, porque
Alternativa tem ou...ou, ora... seja... E quer...quer
Ah!, meu bem, como é gostoso!
Só não aprende quem não quer!
REFRÃO (“E o professor mandou, mandou”...) (BIS)
15-Complementos Integrantes
Objeto indireto e direto
Complementos verbais todos eles vão ser
O primeiro tem “comade”
E o segundo não tem não
Ambos sendo pleonásticos:
Pausa com repetição;
Direto preposicionado
É VTD, mas com preposição
O complemento
Quando é nominal
Completa nomes em geral
Nomes como um Advérbio,
Um Substantivo
Ou se o nome for um Adjetivo.
16-Sujeito e Predicado
Aprendi aqui com Marcelão sobre o tal “sujeitinho”
Que, quando é simples, tem um só nucleozinho
E quando é composto tem dois ou mais!
(CORINHO - “Dois ou mais núcleos”...)
E ainda aquele sujeito indeterminado
Quando o “se” é índice, não “apassivado”
Ou também quando o verbo é “terceira do plural”
(CORINHO - “Sem referência”...)
E todo ele que é inexistente, tem verbo impessoal
“FA-S-E” como tempo, hora ou data real
Haver como “O F-E-R-A”, etc e tal
(CORINHO - “Sempre no singular”...)
E, por mais que a gente estudasse, eu tinha certeza (de que)
Quando o verbo é fenômeno da natureza
Oração sem sujeito também vai indicar!
(CORINHO - “Tchárárárárá...!”)
2a. PARTE
Agora que falei do sujeito, vamos ao predicado!
Que logo assim vai ser classificado:
Em Nominal, em Verbal e em Verbo-nominal
(CORINHO - “Tchá, tchá tchára”...)
No primeiro, o verbo é de ligação, não significativo!
O predicado verbal vem sem predicativo
E o terceiro vai tê-lo, mas com “verbo normal”...
(CORINHO - “Tchá, tchá tchára”...)
E agora, voltando ao sujeito, olha só que legal
O sujeito oculto é desinencial, elíptico ou implícito,
Com a pessoa verbal
(CORINHO - “Expressa na desinência”...)
E, com esses Termos Essenciais, temos toda a certeza (de que)
Guardando “tudinho” na nossa cabeça
Neste concurso vamos todos d-e-t-o-n-a-r!
(CORINHO - “Tchárárárárá...!”)
Fontes:
sábado, 1 de maio de 2010
Converter Celsius em Fahrenheit e Kelvin
| Celsius => Fahrenheit | °F = °C × 1,8 + 32 |
| Fahrenheit => Celsius | °C = (°F - 32) / 1,8 |
| Celsius => Kelvin | K = °C + 273,15 |
| Kelvin => Celsius | C = K - 273,15 |
Ex: Digamos que queremos transformar 60°C em grau Fahrenheit:
°F = °C × 1,8 + 32
°F = (60 X 1,8) + 32
°F = 36 + 32
°F = 140
Resultado: 140 °F
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quinta-feira, 29 de abril de 2010
Como é que se começa uma redação?
Geralmente, dois impasses são os mais evidentes ao se escrever: começar e terminar uma redação; além disso, é claro, outros: pôr título, argumentar em três ou quatro parágrafos...
A tese (parágrafo introdutório ou parágrafo inicial) pode ser obtida através de alguns procedimentos: para tanto, são usadas definições simples, afirmações, citações, seqüências interrogativas, comparações de características históricas, sociais ou geográficas.
Para se elaborar a tese, deve-se ter preocupação fundamental com o tema oferecido, levando-se em conta que o parágrafo introdutório é o norteador de toda a estrutura dissertativa, aquele que carrega uma idéia nuclear a ser utilizada de maneira pertinente em todo o desenvolvimento do texto.
Podemos iniciar nossa dissertação usando os seguintes tipos de tese:
1. Tipos de tese Conceituando (definindo) algo (um processo, uma idéia, uma situação) É a forma mais comum de começar. Exemplo: "Violência é toda ação marginal que nos atinge de maneira irreversível: um tiro que se nos é dado, um assalto sem que esperemos, nosso amigo ou conhecido que perde a vida inesperadamente através de ações inomináveis..."
2. Apresentando dados estatísticos sobre o assunto enfocado pelo tema "Hoje, nas grandes cidades brasileiras, não existe sequer um indivíduo que não tenha sido vítima de violência: 48% das pessoas já foram molestadas, 31% tiveram algum bem pessoal furtado, 15% já se defrontaram com um assaltante dentro de casa, 2% presenciaram assalto a ônibus..." Este tipo de tese não é aconselhável se não se mesclar a direcionamento argumentativo. 28 abr (1 dia atrás) Lélia Pereira
3. Fazendo uso de linguagem metafórica ou figurativa Esta tese é utilizada basicamente em redações dissertativas de cunho reflexivo: "Sorteio de vagas na educação... triste Brasil! Tristes e desamparadas criaturas que transformam-se em números sem particularidade individual e acabam, como num bingo do analfabetismo, preenchendo cartelas da ignorância. Triste Brasil que em vez de fazer florescer intelectos, faz gerar o desconsolo e o descontentamento, impede o progresso intelectual e faz ressaltar a maior das misérias: a marginalidade que se cria fora do saber."
4. Narrando, através de flashes, acontecimentos, ações Nar-ran-do, não se espante! Bem conduzida, esta seqüência integra apenas o parágrafo introdutório. Cuidado! Não se desvie da dissertação introduzida dessa forma. O perigo é, sob pressão, continuar a narração. Durante nove meses, agentes do serviço secreto da presidência da República realizaram gravações .. clandestinas na rede de telefones usada pelas diretorias do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no centro do Rio de Janeiro. Por mais de 30 semanas, os espiões da Abin, Agência Brasileira de Inteligência, gravaram conversas do presidente Fernando Henrique Cardoso, de ministros, dirigentes estatais e empresários. Depois se soube a divulgação parcial dessas fitas detonou uma crise política e acabou na demissão do então ministro das Comunicações, Luiz Carlos Mendonça de Barros."
fonte:Redação sem complicação
A tese (parágrafo introdutório ou parágrafo inicial) pode ser obtida através de alguns procedimentos: para tanto, são usadas definições simples, afirmações, citações, seqüências interrogativas, comparações de características históricas, sociais ou geográficas.
Para se elaborar a tese, deve-se ter preocupação fundamental com o tema oferecido, levando-se em conta que o parágrafo introdutório é o norteador de toda a estrutura dissertativa, aquele que carrega uma idéia nuclear a ser utilizada de maneira pertinente em todo o desenvolvimento do texto.
Podemos iniciar nossa dissertação usando os seguintes tipos de tese:
1. Tipos de tese Conceituando (definindo) algo (um processo, uma idéia, uma situação) É a forma mais comum de começar. Exemplo: "Violência é toda ação marginal que nos atinge de maneira irreversível: um tiro que se nos é dado, um assalto sem que esperemos, nosso amigo ou conhecido que perde a vida inesperadamente através de ações inomináveis..."
2. Apresentando dados estatísticos sobre o assunto enfocado pelo tema "Hoje, nas grandes cidades brasileiras, não existe sequer um indivíduo que não tenha sido vítima de violência: 48% das pessoas já foram molestadas, 31% tiveram algum bem pessoal furtado, 15% já se defrontaram com um assaltante dentro de casa, 2% presenciaram assalto a ônibus..." Este tipo de tese não é aconselhável se não se mesclar a direcionamento argumentativo. 28 abr (1 dia atrás) Lélia Pereira
3. Fazendo uso de linguagem metafórica ou figurativa Esta tese é utilizada basicamente em redações dissertativas de cunho reflexivo: "Sorteio de vagas na educação... triste Brasil! Tristes e desamparadas criaturas que transformam-se em números sem particularidade individual e acabam, como num bingo do analfabetismo, preenchendo cartelas da ignorância. Triste Brasil que em vez de fazer florescer intelectos, faz gerar o desconsolo e o descontentamento, impede o progresso intelectual e faz ressaltar a maior das misérias: a marginalidade que se cria fora do saber."
4. Narrando, através de flashes, acontecimentos, ações Nar-ran-do, não se espante! Bem conduzida, esta seqüência integra apenas o parágrafo introdutório. Cuidado! Não se desvie da dissertação introduzida dessa forma. O perigo é, sob pressão, continuar a narração. Durante nove meses, agentes do serviço secreto da presidência da República realizaram gravações .. clandestinas na rede de telefones usada pelas diretorias do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no centro do Rio de Janeiro. Por mais de 30 semanas, os espiões da Abin, Agência Brasileira de Inteligência, gravaram conversas do presidente Fernando Henrique Cardoso, de ministros, dirigentes estatais e empresários. Depois se soube a divulgação parcial dessas fitas detonou uma crise política e acabou na demissão do então ministro das Comunicações, Luiz Carlos Mendonça de Barros."
fonte:Redação sem complicação
